POLÍCIA

Delegado descarta legítima defesa no caso do dançarino



O delegado Márcio Caldas descarta a tese de legítima defesa. Wilian permanece em estado grave


O delegado da 146ª Delegacia Legal (DL/Guarus), Márcio Caldas, descarta a tese de legítima defesa apresentada por Herschmann da Silva Ferreira, 19 anos, suspeito de tentar matar o dançarino Willian Barreto Belo, 23 anos, integrante do grupo de dança campista “Oz Tarantinos”.

A voluntariedade de Herschmann em apresentar o local onde teria jogado a arma usada para atirar na vítima teria sido, segundo o delegado, para desviar o foco das investigações e dar a impressão de que ele está colaborando. “Nos deu maior trabalho. Acionamos o Corpo de Bombeiros não resultar em nada”.

Caldas informou que Herschmann foi indiciado por tentativa de homicídio. O delegado não tem dúvidas que ele é o autor. A confissão do Herschmann é reconhecida como “confissão qualificada”, quando ele confessa, mas alega legítima defesa. Até o final da tarde de ontem Willian permanecia em estado grave, mas o quadro era estável.

O caso - Herschmann disparou cinco tiros em Willian na noite de quarta-feira, em Guarus, com ciúmes dele com sua ex-noiva.