- HOJE
- GERAL
- Oportunidades: 40 mil vagas para qualificação já estão programadas através da Firjan
- Idosos curtem a melhor idade com mais disposição
- Cana-de-açúcar tem marca recorde na matriz energética
- Girassol como fonte de renda
- “Odebrecht não apenas tira vegetação”, diz engenheiro
- Abate clandestino em Campos pode estar com os dias contados
- Postura nos desfiles pela Independência do Brasil na 3ª feira
- Estradas movimentadas na véspera do feriadão
- Uenf leva nome de Campos ao país a nível de pesquisas
- OPINIÃO
- Ebenézer Anselmo
- Rosinha Garotinho
- Hélio Cordeiro
- Anthony Garotinho
- Antonio Carlos Pereira Pinto
- Walnize Carvalho
- Cláudio Andrade
- Alberto R. Fioravanti
- Amy Barbosa
- José César Caldas
- João Vicente Alvarenga
- Luiz Celso Alves Gomes
- Leonardo Boff
- Luciane Mina
- Carlos César Camargo
- Alcino Moreira
- Marcos Espínola
- Paulo Renato Pinto Porto
- Antonio Gonçalves
- Frei Betto
- Olga Maria Silverio Amancio
- José Roberto Bernasconi
- Mário Gonçalves Júnior
- Alexandre Lessmann Buttazzi
- João Rafael Furtado
- Eduardo Marques
- Jorge da Silva
- Anderson Cavalcante
- Ricardo Castilho
- Eduardo Pragmácio Filho
- Ranulfo Vidigal
- Rodrigo Rocha
- Antonio Luis Francisco
- Vinicius Rosa
- Eduardo Przybylski
- André Massaro
- Carla Flávia Rangel Barreto
- POLÍCIA
- POLÍTICA
- REGIÃO
- ECONOMIA
- ESPORTES
- DMAIS
- SOCIAL
- RSS
- CAPA
Marcos Espínola
A disputa pela presidência se encontra mais uma vez polarizada entre dois candidatos, tendo uma espécie de Azarão correndo por fora. Começou a caça ao voto, com promessas e propostas que vão desde as mais óbvias as mais mirabolantes. A segurança pública, um dos principais problemas do país, foi citada como prioridade pelos três presidenciáveis, porém vale lembrar que acima de tudo, precisamos que o tema seja tratado com responsabilidade.
Embora haja um consenso quanto à importância do assunto, eles discordam em alguns pontos, como por exemplo, a criação de um Ministério da Segurança Pública, sugerido por José Serra. Para ele, esse novo órgão pode enfrentar o contrabando e o tráfico de armas e drogas. Hipótese descartada pela candidata petista, Dilma Roussef, que considera que a segurança pública envolve não somente a repressão à criminalidade, mas a ação positiva do estado como provedor de políticas sociais. Além disso, ela sugere uma parceria entre municípios, estados e União para vencer os desafios, opinião compactuada com a candidata Marina Silva, do PV, que ainda defende uma revalorização dos profissionais de segurança, a partir de melhores salários e modernização das tropas.
Enfim, o que a sociedade deseja e necessita é que esse segmento seja tratado com seriedade, sem grandes invenções e valorizando os agentes de segurança, dando-lhes melhores condições de trabalho e salários dignos.
Torcemos para que o bom senso prevaleça e que os cargos na segurança pública não sejam politizados e sim ocupados por especialistas, capazes de implantar iniciativas que, efetivamente, contribuam para o bem estar social.
Advogado criminalista
