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Testado sistema de limpeza no São João

Os resíduos coletados serão levados para um aterro controlado do estado
Órgãos ambientais começaram ontem a testar o sistema de limpeza por sucção dos bancos de areia e lamina d’água do Rio São João, na cidade de Espera Feliz, em Minas Gerais, onde está concentrada grande parte dos 70 milhões de litros de óxido de ferro e de alumínio, que vazaram do tubo do mineroduto da empresa Samarco, no último final de semana. De acordo com a secretaria de Meio Ambiente do município mineiro, o material coletado será encaminhado para um aterro controlado e enterrado.
Monitoramento – No Estado do Rio, uma equipe do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) continua monitorando águas do rio Itabapoana, nos municípios de Bom Jesus e São Francisco, respectivamente, nas regiões Noroeste e Norte Fluminense, recebidas do rio São João. De acordo com o órgão estadual, por enquanto não foi detectada qualquer anormalidade com relação à qualidade da água.
- Algumas barreiras foram montadas nos rios Sebastião e São João, que são dois córregos que levam até o Itabapoana. Pela nossa inspeção, que aconteceu de helicóptero, o material ficou contido. Quando um tubo desse rompe, acaba desligando o bombeamento, então o vazamento para, mas escorre tudo aquilo que estava dentro do tubo e esse material ficou contido nas barreiras. O risco não está 100% afastado, porque há possibilidade de chuva forte – afirmou o presidente do Inea, Luiz Firmino.
