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Morre Amélia França Vianna

Aos 94 anos, Amélia chegou a participar da campanha de Arnaldo, em 2008
Faleceu na madrugada de ontem, aos 94 anos, a trovadora e professora aposentada, Amélia França Vianna. Mãe do ex-prefeito e deputado federal, Arnaldo Vianna (PDT), dona Amélia era também mãe das professoras Magdala e Sandra Vianna, do advogado Luiz Fernando Vianna, e da jornalista Laura Vianna, a caçula, radicada em Niterói.
A conhecida professora sofria de problemas cardíacos e estava internada há quase dois meses no Hospital Pronto Cárdio, onde faleceu devido à falência múltipla dos órgãos. O velório do corpo da professora foi aberto ao público a partir das 16h, na Igreja Nossa Senhora da Lapa, no Centro da cidade, de onde sairá hoje pela manhã para sepultamento, às 9h, no Cemitério do Caju.
Durante o velório, filhos, netos, demais parentes, professoras, políticos, autoridades e amigos lamentavam a morte de dona Amélia, que tinha como marca pessoal o espírito de mansidão, sorriso contagiante, e que deixa a lembrança de mãe, professora e cidadã exemplar, que viveu de bem com a vida e era exemplo de superação, com elevado otimismo e fé.
Professora de Português por vocação, dona Amélia ajudou a formar cidadãos nas suas atuações de educadora nos tradicionais colégios Nilo Peçanha, Escola Técnica Federal de Campos e Colégio XV de Novembro, onde atuou no colégio anexo João Klap, que funcionou no XV de novembro com curso especial para formação de adultos nas décadas de 70 e 80, conforme recordou o filho Luiz Fernando Vianna.
O desembargador José Mota Filho veio do Rio de Janeiro para prestar solidariedade à família. Ele declarou que é muito difícil falar de pessoas queridas na despedida e enalteceu a qualidade da professora, fazendo observações sobre a personalidade de Amélia França Vianna, que aos 94 anos teve vitalidade para participar da campanha eleitoral do filho Arnaldo, em 2008.
Abatidos, Arnaldo e Sandra Vianna foram poupados de falar sobre a partida da mãe. Também muito emocionado, Luiz Fernando Vianna relatou que dona Amélia estava muito debilitada, mas ainda lúcida e mesmo nas últimas horas de vida, tentava se comunicar com movimento dos olhos e dos lábios. |
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